Lembro-me bem quando, ainda estudante de economia pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), meu professor de microeconomia me apresentou quais são as premissas comportamentais que, segundo a teoria do consumidor, são necessárias para garantir a eficiência e o equilíbrio das economias de mercado. Diante de um público crescentemente incrédulo, nosso mestre se esforçava em nos explicar que, naquele mundo simplificado e fantástico da teoria econômica, o consumidor é dotado de superpoderes que o capacitam …

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